Tráfico de Animais
Apesar    de    todos   os   avanços   experimentados   pela 
pela civilização humana,  algumas  pessoas  ainda sentem
prazer - um mórbido prazer - de manter em cativeiro, longe
de  seu  habitat  natural,  animais  da  fauna silvestre.   Pior
ainda  são  os  casos  de  pessoas  que  exibem  peles  ou
cabeças  de  animais  empalhados,  como   troféus,   pelos
cantos  da  casa.   Na  foto   ao   lado,  tirada   na  casa  do
ex-ditador    romeno    Nicolau   Ceauccescu,    é   possível 
observar  diversas  peles   de  Onças   pintadas,  Tigres   e
Leopardos servindo de tapetes, na mais absurda  demons
tração de crueldade e desprezo  pela  vida  animal.  
     
Talvez  não  seja  de  se  estranhar,  vindo  de  quem  não  teve  respeito  algum  pela  própria  vida  humana.

O fato é que atitudes como  essas  são  possíveis  porque  ainda existem em vários países pessoas que se
dedicam à caça de animais silvestres e ganham a vida obtendo lucros fabulosos  com  o tráfico de animais. 
Não sabem que o fim da diversidade genética da vida animal representará o fim da própria vida humana.

Tudo isso acontece aos olhos das autoridades e da própria sociedade que ainda tratam com complacência
os crimes ambientais.  Por  isso  é  preciso  que  todos nós estejamos atentos e não aceitemos que nenhum
animal  selvagem  seja  mantido  em  cativeiro.  Pode  parecer  bonito  para  alguns  ter  em  casa um animal
enjaulado  vivendo  das  migalhas  da  civilização,  mas precisamos todos ter a consciência de isso é crime, 
um crime contra a vida, contra nossa própria vida.

Portanto  lembre-se  que  do  ponto  de   vista  do  caçador   a   vida   do   animal  não  tem  nenhuma 
importância, mas do ponto de vista do animal a sua própria vida é seu único bem.
 
                         Não admita animais em cativeiro, por favor denuncie. 			
                         Ibama  Email
                         Ibama Linha Verde: 0800 61 8080
                         Polícia Florestal de Rondônia: (069) 230-1088
                         Promotoria do Meio Ambiente: (069) 225-3661 e 225-1661